quinta-feira, novembro 15

Números indicam disputa acirrada entre Rui Costa e ACM Neto nas eleições 2018

Foto: Divulgação

O resultado das eleições municipais de 2016 na Bahia estará se refletindo diretamente nas eleições deste ano, mostrando um cenário de disputa animada. Entre os 20 maiores colégios eleitorais da Bahia, os partidos da base de Rui (PT) venceram na maioria, 13, e as siglas de oposição ao governo, do lado de Neto, foram vitoriosos em sete. 
Contudo, os partidos do lado de Neto venceram nos principais colégios eleitorais e administram maior número de eleitores. Se não houver debandada, há chances de a eleição ser disputada de forma acirrada.
Isso, claro, em um cenário no qual o ex-presidente Lula não dispute. O efeito Lula na campanha dá vantagem a Rui, na avaliação de políticos ouvidos pela TP. Sem ele, contudo, o panorama é diferente.  
Números – Do lado de Rui: o PT venceu em Lauro de Freitas, que tinha até 2017 118.561 eleitores, 8º maior colégio. O PSD, partido que tem mais de 80 prefeituras, conseguiu vencer em seis entre os 20: Ilhéus (7º) 135.424 eleitores; Teixeira de Freitas (9º) 103.123; Porto Seguro (13º), 87.438; Paulo Afonso (14º), 79.759; Eunápolis (15º), 76.567; e Santo Antônio de Jesus (19º), 61.187.
O PCdoB venceu em Juazeiro (6º), com 146.385; o PP elegeu prefeito em Simões Filho (16º colégio eleitoral), 79.514 eleitores, e Candeias (18º), 61.488; o PDT em Itabuna (5º), 150.221; o PSB em Jequié (10º), 109.526, e Guanambi (20º), 60.408.
Já do lado de Neto, o DEM tem Salvador, maior colégio eleitoral, com 1.948.154 eleitores (dados antes da biometria),  Feira de Santana, segundo maior, com 397.590, Camaçari (4º), com 158.125, Barreiras (11º), com 94.612, e Alagoinhas (12º), com 94.177. O MDB tem Vitória da Conquista, terceiro maior colégio, com 230.598 eleitores, e  Valença (17º), que conta com 62.262 eleitores.
Com A Tarde

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