terça-feira, outubro 20
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PM é preso por suspeita de abusar sexualmente da sogra de 72 anos

(Foto: Arquivo/CORREIO)

Um policial militar foi preso por suspeita de ter abusado sexualmente da sogra de 72 anos, na cidade de Itapetinga, no Sul da Bahia, nesta terça-feira (28). De acordo com informações da Polícia Militar, a denúncia chegou à 8ª Companhia Independente da PM durante a madrugada.

Na casa onde aconteceu o abuso moram cinco pessoas: o policial, sua esposa, dois filhos do casal e a sogra. No entanto, só a adolescente teria visto a ação. O major da 8ª CIPM (Itapetinga), Aroldo de Araújo Horta, foi quem recebeu a denúncia. Segundo ele, a filha do casal de 15 anos teria presenciado o ato. Ainda de acordo com Horta, o PM negou o crime, e afirmou que a filha o acusou porque ele não aprova o relacionamento dela com um rapaz da cidade.

A esposa, a filha e a senhora já prestaram depoimento à polícia. De acordo com o major Horta, a a esposa do policial disse que não viu nada. O depoimento da vítima não pode ser considerado porque, segundo o major, a família justificou que ela tem uma deficiência mental.

Um policial militar foi preso por suspeita de ter abusado sexualmente da sogra de 72 anos, na cidade de Itapetinga, no Sul da Bahia, nesta terça-feira (28). De acordo com informações da Polícia Militar, a denúncia chegou à 8ª Companhia Independente da PM durante a madrugada.

Na casa onde aconteceu o abuso moram cinco pessoas: o policial, sua esposa, dois filhos do casal e a sogra. No entanto, só a adolescente teria visto a ação. O major da 8ª CIPM (Itapetinga), Aroldo de Araújo Horta, foi quem recebeu a denúncia. Segundo ele, a filha do casal de 15 anos teria presenciado o ato. Ainda de acordo com Horta, o PM negou o crime, e afirmou que a filha o acusou porque ele não aprova o relacionamento dela com um rapaz da cidade.

A esposa, a filha e a senhora já prestaram depoimento à polícia. De acordo com o major Horta, a a esposa do policial disse que não viu nada. O depoimento da vítima não pode ser considerado porque, segundo o major, a família justificou que ela tem uma deficiência mental.

Fonte: Correio 24h

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