Shadow

Mário Quitana, o poeta da simplicidade

Poeta, tradutor e jornalista, Mario Quintana estreou na literatura em 1940 com o livro “A Rua dos Cataventos”.

O poeta também deixou um amplo trabalho de tradução, com destaque para “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust.

Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da obra. Mario Quintana concorreu por três vezes a uma vaga na Academia Brasileira de Letras, mas em nenhuma das ocasiões foi eleito. Ao ser convidado a candidatar-se uma quarta vez, e mesmo com a promessa de unanimidade em torno de seu nome, o poeta recusou.

Da vasta e linda obra deixa por Quintana, gosto especialmente do poema O Gato.

Luiz Eudes é curador do Coletivo Literatura com Cachaça e autor de Noite de Festa, Tempo de Sonhos e Cangalha do Vento.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *