segunda-feira, outubro 19
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Tag: Belmiro Deusdete

Farinha Pouca, Meu Pirão Primeiro! – Belmiro Deusdete

Farinha Pouca, Meu Pirão Primeiro! – Belmiro Deusdete

Observatório, Política
Apesar da crise que ainda afeta diversos setores da Nação e penaliza a classe mais sensível da população, notadamente dos trabalhadores, nossos dirigentes continuam vivendo no País das Maravilhas e promovendo medidas esbanjadoras que não condizem com a nossa realidade. Pelo menos é o que se pode deduzir da iniciativa de grande parte do Poder Legislativo  que,  baseado em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), anima-se  a fixar pagamento de 13º salário e terço de férias para agentes públicos em geral, pessoas que fazem parte de uma elite superiora e destacada, não só em termos de dinheiro como também em proteção e mordomia, muito deles munidos de foros privilegiados e prisões especiais que  lhes concedem o direito à deliquência oficializada, à corrupção e outras mazelas. Como não poder
Foro privilegiado para quem não sabe | Belmiro Deusdete

Foro privilegiado para quem não sabe | Belmiro Deusdete

Observatório, Política
Belmiro Deusdete Se todos são iguais perante a lei como preconiza a nossa Constituição, fica claro que não deveria existir o “foro privilegiado”, até porque é inadmissível o privilégio nas questões legais. Todavia, admitindo-se o “foro privilegiado”, deveria haver uma inversão natural: seria facultado a quem não tem instrução e formação, a quem não sabe distinguir entre um crime e algumas “defesas” naturais da sociedade. Uma mãe acorrentar um filho em casa evitando que ele vá para o mundo das drogas é um crime, de cárcere privado, enquanto ela pensa que faz um bem em defesa da sua família. Existem milhares de outras situações delituosas, à luz da Lei, praticadas no dia a dia por pessoas leigas e incautas que pensam que estão fazendo o certo. Por outro lado, quem tem instrução e formação
Já não se faz mais políticos como antigamente | Belmiro Deusdete

Já não se faz mais políticos como antigamente | Belmiro Deusdete

Observatório
BELMIRO DEUSDETE Dizem que quem vive de passado é museu. Não é bem assim. É importante que se analise e preserve o passado para alterar os rumos do presente, dentro do que for necessário. Aqui em Alagoinhas, lembro perfeitamente do prefeito José Azi (1959/1963) vistoriando as obras de calçamento no centro da cidade. Ele reprovava a colocação de paralelepípedos e exigia a reparação do serviço. Era o verdadeiro fiscal das obras. Naquele tempo não havia licitação, instrumento pernicioso que serviu para aumentar o custo das obras e brotar o esquema ilícito ou de má fé criado para obter ganhos pessoais, chamado carinhosamente de fraude. José Azi pechinchava os melhores preços em material, obras e serviços, em nome da prefeitura que representava, na época em que os recursos públicos eram irr